terça-feira, 7 de junho de 2011

Crise entre bombeiros e o governo do Rio de Janeiro continua

Militantes permanecem nas escadarias da Alerj
pedindo liberdade para os 439 bombeiros presos

O comandante-geral do Corpo de bombeiros, Sérgio Simões, quer voltar a dialogar com os líderes do protesto por melhores salários e condições de trabalho. Porém, um grupo de mais de 50 manifestantes permanece nas escadarias da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ), aguardando a libertação dos 439 bombeiros presos sábado, 04 de junho, após a invasão do Quartel General do Corpo de Bombeiros, no Campo de Santana.

Entretanto, só a Auditoria da Justiça Militar pode solucionar a situação, após avaliar a condição de cada um. Por terem sido presos em flagrante e autuados em quatro artigos do Código Penal Militar (dano às instalações, dano em viatura, motim e impedir e dificultar a saída para socorro e salvamento) os presos estão sujeitos à pena de dois a dez anos de prisão. Alguns bombeiros presos iniciaram greve de fome como forma de protesto. Uma passeata será realizada na praia de Copacabana no próximo domingo, com apoio de pescadores, que vão fazer uma “barqueata”.

Apesar das prisões terem atingido todos os quartéis dos bombeiros do Rio, o trabalho nas unidades prossegue, com os soldados de plantão, para que não falte atendimento à população.

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