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terça-feira, 29 de março de 2011

O medo do fim

"Pra que fazer isso hoje se ano que vem é o fim do mundo?"
Esse é um pensamento da civilização dos Maias que crescendo em todo o mundo.
No entanto, é bom lembrar que muitas pessoas vem fazendo uso desta "crença" para explorar a boa vontade dos outros. Para muitos humanos tudo que tem começo tem um fim, mas isso não significa que tudo acabará.
Impérios caem e outros nascem no lugar. Por isso, espera-se que 2012 seja um anonovidade e avanço global e não um caos mundial. . Em 2009 a Nasa anunciou que não haverá fim do mundo, sendo assim é melhor deixar a ficção brincar com essa data e se concentrar em viver um dia de cada vez.
Bruna Ferrari
Veja a matéria de Rodrigo Martins

"Em 2012 o mundo acabará?"

http://fastrio.blogspot.com/2010/05/em-2012-o-mundo-acabara.html


segunda-feira, 10 de maio de 2010

Verdade depende da reportagem

O seminário sobre a liberdade de expressão promovido pela Escola de Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (Emerj), pela Associação Brasileira de Empresas de Rádio e Televisão (Abert) e pela Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner) no dia 3 de maio, no Rio de Janeiro, discutiu sobre a liberdade de expressão e, consequentemente, os valores do jornalismo. E para debater sobre o rumo do jornalismo investigativo nada melhor que Carl Berstein, associado a um dos episódios mais gloriosos da história da imprensa mundial - Caso Watergate. Com o colega Bob Woodward, Bernstein foi o responsável pela cobertura do caso Watergate para o jornal The Washington Post, e esta reportagem lhe conferiu o prêmio de Pulitzer, em 1973. Watergate revelou crimes cometidos dentro da Casa Branca, derrubou Richard Nixon da Presidência dos Estados Unidos, e Bernstein e Woodward tornaram-se referência no universo do jornalismo investigativo.

Para relembrar tópicos como: a coleta de dados, apuração de fatos e a transmissão da verdade, Berstein explana sobre o poder da imprensa e destaca que essas etapas para a elaboração de um conteúdo jornalístico são negligenciadas pela falta de tempo na apuração, pela concorrência com os demais veículos ou simplesmente pelo furo. Sobre o assunto, Carl Berstein garante: “A preocupação com esses valores se tornou mais difícil hoje em dia nos Estados Unidos por causa dos cortes nos estafes das redações de jornais e revistas”.

Berstein analisa o cenário do jornalismo online e explica que os fatos empilhados não são necessariamente a verdade, mas o contexto reflete a verdade. E, principalmente, o responsável por desvendar os segredos da Casa Branca ,na década de 70, afirma: “Hoje, o que se lê muito na internet é opinião e até preconceitos políticos ou ideológicos.” E acrescenta: “Dito isso, é preciso dizer que algumas grandes instituições, como o The New York Times, The Washington Post e The Wall Street Journal, têm feito uma transição de sucesso de suas edições para a internet e um jornalismo de alto nível também na web”. Além disso, esclarece que a busca da verdade depende da boa reportagem.

Por Ana Carolina Prado

 
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